Bibliotecas digitais mundiais

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A BNP pretende ser uma porta de acesso à cultura portuguesa, quer para os profissionais das bibliotecas, quer para o grande público.

Apresenta, logo no topo da página os diversos separadores segundo os quais está organizada: “Início”, “Sobre a BNP”, “Coleções”, “Serviços”, “Catálogos”, “Biblioteca Digital”, “Livraria Online”, “Agenda” e “Biblioteca Pública de Évora”.

Permite a pesquisa em dois idiomas: português e inglês.

Na página inicial, em destaque, surgem divulgações de eventos, devidamente ilustrados e legendados com assunto e data; para além destas divulgações, logo abaixo, surgem outros destaques, sem imagem e sob a forma de texto abreviado.

Outras informações, como “Depósito legal”, “Bibliotecários” “Informações úteis”, “Informação de gestão”, “Privacidade”, “Mapa”, “Ficha técnica”, surgem em rodapé.

Ao abrirmos, por exemplo o separador “Biblioteca Digital”, deparamo-nos com uma nova página, também esta organizada com separadores no seu topo: “Início”, “Sobre”, “Novidades”, “Coleções”, “Temas”, “Índices” e “Blogue”, sendo que, em rodapé, surge a data da última atualização – o que nos permite saber se se trata ou não de uma página atualizada recentemente, ou não.

A BNP, pela sua organização, parece-me de fácil consulta, pois os seus conteúdos estão devidamente organizados, permitindo uma navegação “segura” e “orientada”. Um senão: a meu ver, em termos de “imagem” não é muito apelativa: a informação, logo na página de início, surge muito compactada, ocupando pouco espaço, é estática e tem cores pouco ou nada atraentes.

Pela navegação feita, fica-se com a sensação que cumpre o seu propósito de divulgação do património do País.

por Adélia Sofia Ribeiro (professora)


Trata-se de uma biblioteca digital criada pela UE, com a missão de ”construir uma herança cultural Europeia e tornar o seu uso mais fácil, seja para trabalhar, para aprender ou apenas para diversão”

O site pode ser visitado em 27 línguas (tantas quantos os países que compõem a UE).

Os conteúdos são de acesso livre,

O layout é desenvolvido em malha, ou seja, é constituído por diferentes retângulos para expor os diferentes elementos visuais sobre os conteúdos do site.

No rodapé encontra-se a sua missão; mais informações e a presença noutros canais” (Facebook, Twitter e Pinterest)

A sua estrutura é complexa, a navegação é fácil e o seu interface e cores são agradáveis.

No topo da página Europeana Original, encontramos a identificação da biblioteca digital e o logotipo

Nesta existem quatro separadores " Coleções, Explorar, Exposições, Blog"

No separador Coleções podemos visitar treze coleções de diferentes áreas (ex. Música, Arte, História Natural…)

No separador Explorar podemos selecionar por: novo conteúdo, cores, fontes, tópicos, pessoas, períodos de tempo e galeria. Cada tópico pode acedido pelos media: imagens (cor, tamanho, orientação; texto (completo ou não); vídeos (duração; tipo de ficheiro); som (duração, qualidade e formato de ficheiro) e som. Tanto as imagens como os textos podem ser descarregados.

Nos separadores Coleções e Explorar, podemos refinar a pesquisa e o tipo de recursos (textos, imagem, som, vídeos, objetos 3D). Igualmente acedemos aos metadados (País a usar, país agregador, língua, agregador e instituição) e atribuição (possibilidade de utilização ou não).

No separador de Exposições podemos aceder a várias exposições que incluem texto (por vezes vários capítulos) e imagens.

No blog está patente a símbolo da EU com um pequeno texto que refere que apesar de ser uma iniciativa da UE, os serviços são operados por um consórcio liderado pela Fundação Europeana, pelo que a “Comissão Europeia não garante a exactidão das informações e não aceita qualquer responsabilidade ou obrigação no que diz respeito às informações apresentadas neste site. Nem a Comissão Europeia, nem qualquer pessoa agindo em seu nome, é responsável pela exatidão ou pelo uso das informações contidas neste site”.

É atualizado quase diariamente e tem vários tópicos

Aspetos positivos:

  • Missão

  • Ser acessível a todos as línguas dos membros da UE

  • Quantidade de informação (61,994,266 obras de arte, artefactos, livros, vídeos e sons de toda a Europa)

  • Pesquisa refinada

  • Metadados (autorização ou não sobre a sua utilização)

  • Tipo de recursos (media)

  • Possibilidade de descarregar alguns recursos

  • Utilidade profissional

Pontos negativos

  • A complexidade e quantidade da informação

  • Não é acessível a pessoas com necessidades especiais (ex. dificuldade de visão)

por Maria Delgado (professora)


A Biblioteca das Nações Unidas ou biblioteca Dag Hammarskjöld, nasceu com a própria organização para a servir e deve o seu nome ao 2º Secretário Geral desta organização.

É uma biblioteca altamente especializada que neste momento está a construir as suas coleções digitais de alta qualidade permitindo a salvaguarda de documentos digitais que formam a memória institucional da ONU disponibilizando em simultâneo tópicos de interesse para delegados e funcionários.

Acedendo a https://digitallibrary.un.org/?ln=es encontramos A biblioteca Digital das Nações Unidas que apresenta uma interface muito simples e sem ruído (pouco texto e o logotipo da instituição) que abre de imediato no separador “Buscar” com a pesquisa simples sugerindo em simultâneo a pesquisa avançada / por autoridade. Na segunda hipótese há acesso a pesquisa por coleção e nesta: por tipo de documento (ex. Mapas imagens, áudios, votações discursos) ou por órgãos da Instituição (ex. Conselho de segurança, Conselho Económico e social, Conselho de segurança…).

No menu superior, ao lado de “Buscar”, encontramos “Personalizar” que encaminha para a opção de na United Nations Digital Library System, permite criar e personalizar a interface criando a lista de pesquisas (registo da atividade dos últimos 30 dias), cria-se assim uma biblioteca própria, alertas periódicos e automáticos bem como notificações do resultado de pesquisas por e-mail.

Na “ayuda” está disponível informação de auxílio à pesquisa.

No separador “términos” encontramos a definição de The Dag Hammarskjöld Library (the Library) e as condições de acesso.

Nos “Contactos” está disponível a possibilidade de contactar os serviços, saber os horários de funcionamento, perceber a sua orgânica, quais os utilizadores a quem se destina e em que condições são admitidos.

Aspetos positivos:

Missão

Quantidade, qualidade e variedade de informação

Mais de 1.000.000 visitas à Biblioteca Digital da ONU em 2019

"Notícias da Biblioteca" atuais, Tópicos: Coleções Digitais poste de 15 de outubro de 2020 sobre atualização de Digitalização - Conferência Mundial de Alimentos


Pontos negativos

A complexidade e quantidade da informação

Alguns serviços disponíveis só para determinados utilizadores, pessoas com um passe válido da sede da ONU.

A Biblioteca não está aberta ao público em geral.

por Maria Isabel Gonçalves (professora)

A Biblioteca Digital Mundial (BDM) disponibiliza importantes fontes provenientes de países e culturas de todo o mundo, em formato multilingue (árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol).

A página inicial apresenta um mapa mundial e uma tabela cronológica. O conteúdo é organizado por região geográfica no mapa. Cada região inclui livros, mapas, manuscritos, fotografias, gravuras, registos fonográficos e filmes, sobre os países de cada região.

O conteúdo pode ser navegado por local, período, tema, tipo de item e instituição. Estes links aparecem no topo das páginas, assim como uma caixa de pesquisa.

Trata-se de um site muito bem estruturado, de navegação fácil e intuitiva e apresenta uma interface que disponibiliza o conteúdo da BDM de forma atrativa.

A Biblioteca Digital Mundial permite explorar verdadeiros tesouros históricos de todo o mundo, fornecendo importantíssimos recursos a académicos e ao público em geral.

por Maria do Céu Lopes Dinis

Trata-se de uma biblioteca digital criada pela UNESCO e dirigida à população mundial, na qual estão agregadas todas as publicações da UNESCO, num objetivo claro de preservar a memória desta instituição e de permitir a partilha dos recursos produzidos pela mesma.

O site pode ser visitado em seis línguas distintas. Os conteúdos são de acesso livre, mas a criação de uma conta permite aceder a outros serviços como fazer uma lista de favoritos ou subscrever notificações.

Trata-se de um site responsivo, cujo conteúdo se adapta graficamente ao formato do dispositivo de leitura utilizado. Por outro lado, disponibiliza opções de acessibilidade, tornando-se versátil para utilizadores com baixa visão ou mesmo com dislexia.

No topo da página, encontramos a identificação da biblioteca digital e o Logotipo da UNESCO. Os conteúdos estão divididos pelos separadores "Sobre", "Serviços", "Coleções", "Explorar", Recursos" e "Outros depósitos digitais". Por baixo dos separadores há uma fotografia de grandes dimensões de um monumento património da humanidade da UNESCO e sobre esta foto está a lupa de pesquisa simples ou avançada. Logo abaixo surge o destaque dos documentos mais consultados da semana. Seguem-se uma série de publicações em destaque, que, depois de abertas, fornecem dados claros quanto ao seu conteúdo e às línguas em que estão disponíveis. Finalmente, encontramos ferramentas de pesquisa diversificadas. No rodapé estão os contactos, as políticas de privacidade e a presença nas redes sociais.

Na minha opinião, o site é apelativo e está muito bem construído. Trata-se de um layout "clean" e organizado, disponibilizando conteúdos muito bem identificados e com uma descrição pormenorizada dos mesmos, permitindo ao leitor abrir apenas o que realmente lhe interessa. É um site acessível a todo o tipo de utilizador, salvaguardando opções de acessibilidade que permitem adaptar o tamanho das letras, que peca por estar disponível em apenas seis línguas, o que me parece manifestamente insuficiente se tivermos em conta o universo do público que se pretende servir.

Os conteúdos disponibilizados têm a chancela da UNESCO, mas isso não torna o site redutor, pois a panóplia de documentos disponibilizados é imensa e de utilidade universal. Fazer uma pesquisa simples pode dar origem a resultados demasiado numerosos, mas a pesquisa avançada permite crivar a informação procurada, tornando a pesquisa mais eficiente.

É um excelente exemplo quando pensamos num site agregador de conteúdos de uma instituição.

por Alexandra Cristina Santos (professora)

A Biblioteca Nacional do Brasil, possui um património de aproximadamente 9 milhões de itens e, por isso, foi considerada pela UNESCO como uma das principais bibliotecas nacionais do mundo. Para garantir a manutenção deste imenso conjunto de obras, a BN possui laboratórios de restauro e conservação de papel, oficina de encadernação, centros de microfilmagem, fotografia e digitalização. A Biblioteca Digital surge, assim, com o objetivo de trazer até à atualidade, todo este património.

No topo da página, existem atalhos de navegação rápida que integram notícias da atualidade como o Covid-19, a Legislação, os vários canais de rádio, TV e redes sociais.

Seguem-se algumas ferramentas que visam facilitar o acesso do público ao site, como um modo de “Alto Contraste” – altera a palete de cores para uma melhor leitura – ou a ferramenta “Mapa do Site”, que funciona como um índice, facilitando a navegação. Temos ainda a possibilidade de alterar o idioma do mesmo – Português, Espanhol e Inglês.

Abaixo destas encontramos o logotipo da biblioteca acompanhado pela ‘lupa’ de pesquisa. Os conteúdos estão divididos pelos separadores "Acesso à informação", "Sobre a BN", "Serviços", "Explore", “Produção", “Visite”, “Acontece”, “Editais” e "Ajuda".

Surge depois, em grande plano, um painel dinâmico com diversas notícias de destaque, divulgação de concursos, eventos, entre outros…

Sob o painel, surgem os separadores BNDIGITAL (Biblioteca Digital), HEMEROTECA DIGITAL (que permite o acesso aos periódicos da BN), BRASILIANA FOTOGRÁFICA (preservação da imagem) e LUSO- BRASILEIRA (uma parceria entre a BN e a BN Portuguesa).

Seguem-se uma série de informações e notícias dirigidas aos leitores, culminando no rodapé, onde se encontram os contactos, as políticas de privacidade e a presença nas redes sociais.

Trata-se de um site bem estruturado e de fácil consulta para todos os leitores, permitindo uma navegação segura, bem como a divulgação do património de uma das maiores bibliotecas do Mundo.

por Maria Gaveta (professora)

A página da Biblioteca de Alexandria é apelativa, bem estruturada, com uma interface muito agradável, consistente e interativa. Possibilita aos visitantes selecionar uma língua de entre 3 idiomas: Inglês, Francês e Árabe.

A página de entrada está estruturada disponibilizando informação resumida e atual referente às páginas do menu. Apresenta o Horário de funcionamento, a ligação para o canal da Biblioteca de Alexandria (BA) no Youtube, as últimas notícias, a agenda BA, a ligação para o Webcast da BA e BA na imprensa.

O conteúdo do site encontra-se assim logicamente organizado, possibilitando uma navegação simples pelas nove páginas do menu superior (Sobre a BA/Visite-nos/Projetos e Atividades/Offsites/Notícia/Eventos/Publicações/Galeria de fotos/Especialmente para si). Algumas destas estão subdivididas em subpáginas operacionalizando uma organização mais adequada da informação. Todas as informações da página de entrada estão hiperligadas á página/subpágina respetiva tornando a navegação no website muito eficaz.

No topo, logo abaixo do menu das páginas, tem um slideshow de imagens apelativas hiperligadas a documentos/websites que divulgam eventos e outras atividades. Tem também a possibilidade de pesquisa no catálogo e um slideshow na base da página designado “Você também pode navegar ...”com sugestão de exploração para muitos outros repositórios digitais.

A página “Especialmente para si” disponibiliza excelentes sugestões por categoria, a saber: amantes de livros, amantes da arte, comunidade académica, crianças e jovens.

As páginas têm menus de pesquisa muito bem estruturados que, dependendo da informação que disponibilizam possibilitam pesquisas por data, por palavra chave, por título, por coleção, …

O aspeto global da interface é bastante agradável com um design muito adequado e simples em tons suaves e agradáveis (azul claro e branco) consistente ao longo do site.

É uma página que tem hiperligações para muitas outras com ícones simples, mas sugestivos.

por Maria Ester de Figueiredo

O site da Biblioteca Nacional de Espanha tem uma estrutura simples e um interface “clean”.

A navegação é fácil e intuitiva (na parte superior direita tem o MAPA do site). Tem os seguintes separadores: Início, Catálogos, Coleções, Serviços, Atividades, Museu e Imprensa. Na primeira página (Início) contém informações importantes, como: mapa do site, os contactos e “perguntas mais frequentes”. A barra de navegação permite ter acesso a todas as páginas. Tem uma barra de pesquisa com acesso à web e a um catálogo.

Tem informação dirigida a 3 tipos de utilizadores: Bibliotecários, a Investigadores e ao Público em Geral.

O aspeto global do interface é simples e interativo com menus que permitem aceder a outros sites.

A cor branca “clean” representa requinte e simplicidade. Os ícones são bastante simples e verifica-se uma relevante diversificação de conteúdos.

Carrega rapidamente. Destaca-se como aspeto negativo o facto de ter hiperligações quebradas para algumas páginas.

por Maria Pessoa (professora)

Gallica – Bibliothèque Nationale de France

Gallica constitui-se como a biblioteca digital da Bibliothèque de France (BNF) e dos seus parceiros, sendo que a BNF dispõe de um site próprio, onde divulga notícias e eventos. Impulsionada por uma vontade do então presidente da república, François Mitterrand, esta biblioteca digital está acessível desde 1997, tendo sofrido uma alteração relativamente ao projeto inicial. Com efeito, no final dos anos 80, a ideia era disponibilizar documentação da BNF exclusivamente em salas de leitura públicas, mas com a emergência da Web e a sua rápida democratização em meados dos anos 90, o projeto foi modificado, estando então acessível a todo o mundo francófono, uma vez que a grande maioria dos documentos que aí encontramos são em língua francesa.

Contudo, é possível consultar esta biblioteca em três outras línguas (inglês, alemão e italiano), sendo o seu acesso totalmente livre. A inscrição no site traz algumas vantagens, como a possibilidade de encomendar reproduções ou ter uma versão móvel do site (app).

Na parte superior, encontra-se o motor de busca e diferentes separadores, todos eles direcionados para a pesquisa desejada. “Tout Gallica” permite a busca por tipo de documento, de forma muito genérica (livros, manuscritos, cartas, imagens, imprensa, vídeos, etc.). Para uma pesquisa mais afinada, podem ser abertos os separadores “Toutes nos sélections”, que dá acesso a um conjunto de documentos selecionados pelo site, e ainda separadores por tipo de documento, por temáticas ou por áreas geográficas. A mesma barra permite ainda o acesso ao blog da Gallica.

A página, em si, está organizada por várias secções: “Atualidades da biblioteca numérica”, onde, por exemplo, surge o número de documentos disponíveis online; “Novas seleções”, onde surgem as seleções recomendadas mais recentes; “La Fabrique”, secção curiosa que dá a possibilidade de ter acesso a “brinquedos” antigos que podem ser impressos, recortados e montados; “Le coin des enfants” (o Canto das crianças) permite visualizar e descarregar desde livros para pintar antigos, como livros infantis ou jornais dedicados aos mais novos; “Pour les classes” põe à disposição das escolas e alunos clássicos da literatura, 150 epubs recomendados pelo Ministério da educação, etc.; “Le regard des partenaires” (O olhar dos parceiros) destaca a colaboração de Bibliotecas e coleções particulares parceiras da BNF; “Ferramentas e tutoriais” disponibiliza ajuda para uma melhor navegação no site e no motor de busca, esclarecendo as várias funcionalidades; a secção “Seleções” põe em destaque tipos de documentos e temáticas; “Gallica Studio” mostra projetos inovadores realizados em colaboração com a BNF; “Déjà vu” constitui-se como um separador com “curiosidades”, remetendo essencialmente para alguns artigos do blog.

No fundo da página, surgem várias colunas mais técnicas: “Acesso rápido”; “Saber mais”; “Outros sites”; serviço móvel (aplicação Gallica); rede da Gallica (Blog, Facebook…).

O site está globalmente bem construído, pois permite a pesquisa de várias formas (por tipo de documento, por autor, temática…) e a todo o tipo de utilizadores, com a possibilidade de aumentar o tipo de letra e de utilizar a lupa. O número de documentos que podem ser descarregados é outro dos pontos positivos do site, assim como os conteúdos mais direcionados para públicos mais jovens ou os documentos áudio. Visualmente, é agradável, mas com demasiados separadores e informações, por vezes repetidos. O leitor corre o risco de se “perder” ao abrir as várias secções, puxado pela curiosidade.

O site cumpre a função a que foi destinado, salientando ainda a importância de disponibilizar mais de sete milhões de documentos, não só da BNF, como de entidades parceiras.

por Elsa Aires (professora)